Os seus profissionais sabem o que é compliance? No mercado atual, ter um fluxo de trabalho eficiente não é mais o bastante. Hoje, negócios também são avaliados pela sua habilidade de evitar riscos e entregar serviços com alta confiabilidade para o seu cliente.

Nesse cenário, cabe ao compliance criar regras e mecanismos para tornar a empresa mais confiável. As rotinas terão alta transparência, reduzindo riscos e melhorando a habilidade de a companhia não ter prejuízos. Além disso, mais pontos do dia a dia do negócio ficarão alinhados com as normas locais.

Quer saber mais sobre o tema e entender o que é compliance? Continue a leitura deste post!

O que é compliance?

O compliance é uma política de gestão de negócios que busca otimizar os processos corporativos para que eles sejam mais transparentes e confiáveis. Utilizando-se de auditorias, mecanismos de controle e verificação de dados, a empresa adota rotinas alinhadas com os padrões do mercado. Além disso, as atividades são modificadas para que o seu padrão de execução se alinhe com as regras legais, evitando problemas jurídicos.

Como o compliance torna negócios mais robustos?

O compliance dá para clientes e parceiros comerciais muito mais confiança ao lidar com a empresa. A marca terá como garantir que as suas rotinas seguem rígidos padrões de segurança e prevenção de fraudes. Consequentemente, o seu nível de competitividade será elevado rapidamente.

Lidar com a marca trará muito menos risco ao consumidor. Seus dados ficarão protegidos e, ao mesmo tempo, a continuidade dos serviços será mantida. Afinal de contas, os riscos de multas ou interrupções nas atividades, como punição judicial, cairão, melhorando a habilidade de o negócio focar na entrega de uma boa experiência do uso para o cliente.

Como estruturar uma política de compliance?

Estruturar uma boa política de compliance passa por um processo amplo e que envolve toda a sua cadeia operacional. Bem executadas, as rotinas de controle serão mais amplas e disseminadas por toda a estrutura do negócio. Veja a seguir os principais!

Faça uma auditoria interna da estrutura do negócio

A auditoria auxilia o negócio a ter uma visão completa sobre como todos os processos são estruturados. Além disso, auxiliará na identificação das regras de controle existentes. Desse modo, o gestor terá mais meios para identificar problemas.

Identifique problemas

Com os dados em mãos, deve-se avaliar os problemas existentes. Eles incluem, mas não se limitam a:

  • processos críticos com pouco controle de segurança;
  • infraestrutura de TI com baixa segurança digital;
  • rotinas com padrões desatualizados;
  • pouca comunicação entre setores;
  • políticas de controle confusas ou pouco objetivas;
  • baixa uniformidade na execução de rotinas.

Compare com as práticas do mercado

Para ajustar os processos internos, uma boa alternativa é avaliar como os padrões da empresa se comparam com outras companhias do setor. Este processo, chamado de benchmarking, auxilia o gestor a avaliar se há pontos que podem ser modernizados e boas práticas que são aplicáveis no seu dia a dia. Desse modo, a política de compliance será muito mais robusta.

Treine os profissionais

Garantir que toda a companhia siga os mesmos processos também é importante. Isso só é possível quando há treinamento das equipes. Por isso, invista em treinamentos para garantir que todas as equipes conheçam e adotem os processos de compliance.

A transparência se tornou uma grande exigência do mercado. Hoje, negócios são cobrados por clientes e parceiros comerciais por processos internos mais eficientes e claros. Afinal de contas, negociar com companhias que mantém baixo controle sobre as suas operações é um risco que pode custar caro para qualquer empresa.

Nesse cenário, saber o que é compliance é algo crítico. Entender a importância dessa política torna a companhia mais robusta e confiável. Desse modo, clientes e parceiros comerciais ficarão mais propensos a fechar contratos e a trazer receitas a médio e longo prazo.

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